fiquei chocada e ao mesmo tempo excitada com essa historia..............................
vejam
AS AVENTURAS DE ADEMIR PART 1
Aos 13 anos,
tive a minha primeira relação amorosa com mulher. Foi com uma vizinha. Beijamos-nos
e o meu pau ficou duro. Meti, meio com medo, sem saber exatamente o que eu
estava fazendo. Foi à única e primeira vez com mulher. Aos 14 anos, comecei a
reparar em homens. Nas pernas cabeludas que me excitavam, e já me masturbava
pensando nos meninos do meu condomínio. Mas o inacreditável era que eu achava
impossível um dia, transar com outro homem. Achava que isso era super. Difícil,
e que um dia, eu ia me casar, ter filhos, e esquecer toda essa história. E
fiquei nessa "punheta" até os 17 anos, com o cuzinho virgem,
piscando, doido pra ser enrabado.
Aos 17 anos, um dia antes do meu aniversário, prestes a completar a maior
idade, eu fui visitar uns amigos dos meus pais, em Vargem Grande, um bairro
próximo ao Recreio, no Rio de Janeiro. Eles tinham uma casa, quase um sítio e
os meus pais me chamaram pra ir com eles. E eu fui. Chegando lá, era um
churrasco, e experimentei cerveja pela primeira vez. E gostei tanto que comecei
a beber escondido dos meus pais lá na festa, e eles só tinham permitido duas
latinhas.
Eu já estava quase na quinta. Comecei a ficar meio bêbado, meio tonto e muito
excitado. Acho que se um cavalo tivesse me dado mole lá, eu dava pra ele...
Hehehehehe! Zoação! Até que resolvi andar pela rua dos amigos dos meus pais.
Eles deixaram, pois a Nancy, amiga da minha mãe, disse que a rua era tranquila.
E eu fui andando por ali, devia ser umas 14 horas, mais ou menos.
Ao passar uns três quarteirões da casa da Nancy, eu encontrei um terreno
baldio, com uma casa destruída e uns pivetes, ali, uns oito mais ou menos,
todos negros, rindo alto e zoando.
Fiquei morrendo de medo e resolvi voltar, quando um deles grita: "Ei,
moleque, chega aí...". Eu gelei. Parei e de longe mesmo perguntei o que
ele queria. Ele fez com a mão pra eu chegar perto deles. Eu comecei a tremer,
muito e fui até eles. Lá, eles me empurraram no chão, e arrancaram a minha
carteira do bolso.
O problema que além do dinheiro que eu tinha, eu guardava, na carteira, uma
foto do jogador Renato Gaúcho, que eu tinha muito excitação, na minha carteira.
Uma foto do Renato de sunga, onde eu batia altas punhetas olhando pra foto. E
os moleques viram a foto. E começaram a me chamar de viadinho, bichinha, mulherzinha...
E ao mesmo tempo, começaram a apertar os seus paus, que logo ficaram duros...
Eram oito negrinhos sujos, mas com enormes pirocas...
Um deles colocou o pau pra fora, e foi o aviso para os outros sete colocarem
também. E eu ali, no chão, no meio deles, sem ação, morrendo de medo. Então
eles começaram a roçar o pau deles na minha cara, batendo no meu rosto, e um
deles, o menor, logo gozou esporrando no canto direito do meu rosto, uma porra
quente e rala. Eu tentei levantar e levei uma pisada do maior, que tinha o
maior pau. Devia ter uns 20 cm. Era grossa e muito, mas muito cabeçuda. Até que
o menor saiu de perto, e eu fiquei com os sete meninos, me zoando e batendo com
as pirocas na minha cara.
Até que eles começaram a arrancar a minha roupa, rasgando, jogando pro alto, me
deixando nu. Um deles me mandou ficar de bruços. Tinha uma parte, de azulejo,
naquele terreno, que era o menos sujo, e eu deitei de bruços ali. O maior,
imediatamente, veio por trás, e a seco, sem camisinha, sem cuspe, sem nada,
começou a forçar o pau cabeçudo no meu cuzinho virgem. Eu chorava de dor e
medo. Muita dor. Até que foi escorregando e ele meteu tudo com muita força e
começou a bomba com uma agilidade experiente para um moleque. E eu sofria ali,
chorando muito. O negro ficou metendo uns 10 minutos, até que tirou o pau,
chegou ao meu rosto, bateu umas 20 punhetas e gozou na minha cara. No meu rosto
veio sangue e porra, pois ele tinha sujado o pau de sangue, pois meu cú
sangrou. E foi um atrás do outro, metendo no meu rabo. Só mais um gozou na
minha cara, os outros quatro gozaram no meu rabo.
Depois disso, me chutaram, me bateram, me humilharam e urinaram em cima de mim.
E saíram correndo do nada, quando ouviram uma Kombi anunciando a promoção de um
mercado local. E levaram as minhas roupas. Eu não conseguia levantar. Estava
com muita dor, paralisado, ali no chão. Até que um homem, magro, com duas
sacolas na mão, passou por perto e eu gritei. Ele veio e eu disse que tinha
sido assaltado. Ele me ajudou a levantar, e foi me levando pra sua casa. Ao
chegar lá, eu pedi pra tomar um banho, pois não queria chegar naquele estado
para os meus pais, eles podiam ficar preocupados. O cara, muito gentil, deixou.
Tomei banho, me livrando daquela porra seca no meu rosto e tentando expelir do
meu rabo, aqueles litros de porra que jorraram no meu cuzinho. Ele também me
deu um short e uma camiseta. Quando eu estou saindo da casa dele, entra o negro
maior. Ele me olha e fala no meu ouvido: "Se você falar pra alguém o que aconteceu
você é um viadinho morto.". Eu continuei seguindo, agradeci ao rapaz, e
fui, mancando, até a casa dos amigos dos meus pais.
Chegando lá, foi um desespero. Minha mãe chorou muito quando eu contei que
tinha sido assaltado. É claro que não contei que tinha sido enrabado pelos
pivetes. Apenas contei que eles me bateram muito. Meu pai queria, junto com o
marido da Nancy, ir tirar satisfação na rua, com os moradores, ver se pegavam
os pivetes, mas eu pedi para que não fizessem isso.
Que eu queria ir embora. E fomos embora. Fiquei uma semana, mais ou menos, de
repouso, com dores no corpo todo, inclusive no cú. Depois de uma semana, eu já
comecei a minha vida normal, ira na escola, e fazer as coisas. Só que aqueles Oito
pivetes não saiam da minha cabeça. No lugar do medo, comecei a ficar com muito
tesão.
Às vezes, me pegava de pau duro, pensando neles. Até que inventei para os meus
pais, um trabalho na casa de um colega, e resolvi, ao sair da escola, ir para
Vargem Grande, atrás daqueles negros... Mas isso, já é outra história.